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Rafael Vieira



O que é o Social Commerce e o que ele pode fazer por você View Comments

Posted on August 05, 2010 by rafael

Você sabe o que é Social Commerce? Nunca viu nem comeu e só ouve falar?  Bem então você pode dar uma olhada no post do Thiago Nascimento sobre o assunto.

Mas se você estiver com preguiça de ler tudo eu já te adianto:

Como o próprio nome já diz, o Social Commerce é o Comércio reunido com o Social ou seja, é o comércio envolvendo o relacionamento entre amigos, parentes, conhecidos ou não.

Mas e ai, como isso pode te ajudar? De váárias maneiras. Algumas dando mais enfoque ao Social e outras ao Comércio em si.

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A sociedade enfrenta um tradeoff de curto prazo entre inflação e desemprego View Comments

Posted on March 30, 2010 by rafael

O último princípio da economia diz que a sociedade enfrenta um tradeoff entre inflação e desemprego no curto prazo, ou seja, se a inflação aumenta, o desemprego diminui e vice-versa.

Esse princípio parece um pouco estranho, mas acompanhe o raciocínio:

  • Se o número de pessoas desempregadas diminui o mercado passa a ter mais gente com dinheiro.
  • Mais gente com dinheiro significa mais compras e maior demanda por produtos e serviços.
  • Maior demanda implica em maior preço.

Agora do outro lado:

  • Se os preços aumentam, os lucros dos comerciantes aumentam (pelo menos no curto prazo)
  • Com aumento de lucros, a tendência é aumentar a produção
  • Para aumentar a produção precisa-se de mais mão-de-obra.

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Os preços sobem quando o governo emite moeda demais View Comments

Posted on March 29, 2010 by rafael

Imagine a seguinte situação: Você é o presidente de uma país que está muito endividado e é o encarregado por encontrar uma solução para o problema.

Como a dívida é na moeda de seu próprio país, você decide que existe uma solução fácil para o problema:

- Imprimir mais dinheiro e quitar as dívidas!

Certo? Errado.

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O padrão de vida de um país depende de sua capacidade de produzir bens e serviços View Comments

Posted on March 28, 2010 by rafael

Mankiw resume esse princípio como  sendo relacionado a produtividade de um país.

Em economia, produtividade é a quantidade de bens e serviços que um trabalhador pode produzir por hora de trabalho.

Vale lembrar, no entanto que a produtividade per si não é resultado apenas do esforço direto do trabalhador.

Mankiw ainda complementa:

“A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão-chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços.”

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Às vezes os governos podem melhorar os resultados do mercado View Comments

Posted on March 26, 2010 by rafael

Apesar dos mercados serem geralmente uma boa maneira de organizar a atividade econômica, os mercados também podem falhar, e quando isso acontece é necessário que o Governo intervenha.

São duas as causas mais comuns para as falhas de mercado:

  • Externalidades e
  • Poder de mercado.

Uma externalidade ocorre quando uma pessoa (indivíduo, empresa, comunidade, etc.) sofre positivamente ou negativamente por meio de uma ação decorrente de terceiros.

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Os mercados são geralmente uma boa maneira de organizar a atividade econômica View Comments

Posted on March 25, 2010 by rafael

Bem, em geral os mercados são uma boa maneira para se organizar a atividade econômica. Alguns países já tentaram concentrar todas as decisões econômicas em seu governo, isto é, o governo dita o que deve ser produzido, como e quanto deve custar. Isso se provou um tanto quanto ineficiente no passado.

Em geral, as decisões não são ágeis o bastante e não englobam todas as possibilidades.

Na economia de mercado, é o oposto. Empresas, famílias e indivíduos tomam suas próprias decisões, sempre se baseando em seu próprio bem estar. Isso faz com que a economia como um todo ganhe, pois mais produtos e serviços são produzidos e vendidos.

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Princípios da Economia, Traduzidos View Comments

Posted on March 24, 2010 by rafael

Em minhas pesquisas sobre os 10 princípios da economia, me deparei com o vídeo abaixo. Ele é do Yoram Bauman, o Stand-up Economist. No vídeo (muito divertido por sinal) o economista traduz de forma cômica os princípios e evidência o que eles realmente querem dizer. Vale a pena assistir :) .

O comércio pode ser bom para todos View Comments

Posted on March 24, 2010 by rafael

Ao contrário do que se pode imaginar, no comércio pode haver mais de um ganhador.

Países concorrem entre si, assim como empresas e indivíduos (quando fazem compras!).  No entanto, isso não é necessariamente ruim. Ao mesmo tempo que concorrem entre si, eles também conseguem se beneficiar do comércio com os outros.

No comércio, as pessoas podem se especializar naquilo que fazem melhor, fazendo com que assim todos desfrutem de uma variedade de produtos e serviços melhores.

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As pessoas reagem a incentivos View Comments

Posted on March 22, 2010 by rafael

As pessoas tomam decisões se baseando em custos e benefícios que essa decisão pode acarretar, é por isso que  é fácil entender que quando esses benefícios mudam suas decisões também podem mudar.

Um exemplo clássico é a variação do preço.

“O efeito do preço sobre o comportamento dos compradores e dos vendedores num mercado… é crucial para entender como a economia funciona.”

Mas isso não está restrito apenas a esfera econômica. Como exemplo, Mankiw descreve um caso da mudança da política pública sobre cintos de segurança na década de 1960 nos EUA.

“Quando os formuladores de políticas deixam de considerar como suas políticas afetam os incentivos, muitas vezes chegam a resultados diferentes dos desejados.”

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As pessoas racionais pensam na margem View Comments

Posted on March 19, 2010 by rafael

Esse princípio é interessante. O Mankiw começa explicando esse princípio apontando para o fato de que as decisões que tomamos durante nossa vida raramente são “preto no branco”.

Durante o jantar não decidimos entre comer até estourar ou em fazer jejum. Decidimos se vale ou não a pena pegar mais uma porção ou se deveríamos ou não pegar mais um pedaço de carne.

Quando estamos para fazer uma prova, não decidimos entre estudar mais 24 horas seguidas ou não fazer nada. Decidimos entre estudar uma hora a mais ou a ver TV ao invés disso. Nós decidimos entre mudanças marginais.

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